Recanto do Cantinho da Saudade
A poesia e as vozes cavas dos meus eus nefelibatas!!!
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Prêmios Livro de Visitas Contato Links
Textos
Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr., O Parnasiano

Sou Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr. Nasci no dia 21 de julho de 1979, no município de Muaná, Ilha de Marajó, Estado do Pará, Brasil. Sou formado em Economia e presto serviços de consultoria ligados a essa área. O meu nome forma um nome secreto [NS], o perfeito ANAGRAMA do meu inventor.
 
Sou um dos heterônimos de Jaime Adilton Marques de Araújo e surgi para atender a uma necessidade sua de bebericar da Fonte de Hipocrene, nas nascentes do Parnasianismo, resgatando os aspectos mais relevantes desse estilo de época no que diz respeito à arte poética!
 
A Obra

Minha obra está intimamente ligada ao resgate da temática e das técnicas parnasianas, resgatando, com saudosismo, os aspectos mais relevantes dessa importante escola literária!


Psicanaliticamente falando sou o ID masculino de Jaime Adilton e, por este lado, a grande maioria de minha poética está voltada para o princípio do prazer sensual. Meus versos exaltam o amor em sua plenitude física, isto é, o amor erótico em suas variadas nuances, pois busco na libido humana a verve de minha poesia.
 
Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
Enviado por Jaime Adilton Marques de Araújo em 11/06/2020
Alterado em 27/08/2021
Copyright © 2020. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Comentários
Jadilton Marques
 
Entre em contato comigo
E-mail: jaimeadilton@gmail.com

Minhas páginas da Web:
 
Sobre mim
Gênero: Masculino
Atividade: Pregoeiro
Profissão: Contador
Local: Melgaço, Ilha de Marajó, Pará, Brasil
Links: Áudio
Introdução:
TABACARIA
Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. [...] Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. O dominó que vesti era errado. Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido. Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado. Deitei fora a máscara e dormi no vestiário Como um cão tolerado pela gerência Por ser inofensivo E vou escrever esta história para provar que sou sublime. [...]

Álvaro de Campos
Interesses:
Música, Poesia, Brasilidade, Literatura, e tudo o mais que há de bom na vida.
Filmes favoritos:

Um Amor Para Recordar, O Leitor, O 13º Andar, A Trilogia Matrix, A Trilogia Deixados Para Trás, entre outros.
Músicas favoritas:

Pedaço de Mim, Tinha Que Acontecer, Rainha da Vida, Tocando em Frente, Chão de Giz, Todas as do Vinícius de Moraes, entre outras tantas.
Livros favoritos:

A saga: O Vendedor de Sonhos, Dom Casmurro, Memórias Póstumas de Brás Cubas, A Carne, Amor de Perdição, A Moreninha, A Barca dos Amantes, Os Lusíadas, O Jogo da Detetive, O Pequeno Príncipe, entre tantos outros.